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Blog

24 de julho de 2020

Como a pandemia impacta minha vida.

Sinto saudades do verde desta nossa natureza tão curativa, bela e cheia de vida. A natureza não foi varrida pela pandemia, mas foi retirada de mim o privilégio de estar nela, de tomar banho de cachoeira em nosso amado Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, de caminhar por suas trilhas conselheiras, que tem o poder de aquietar a alma. Sinto saudade de fazer as malas, e partir por ai neste mundo lindo arquitetado pelo criador dos céus e da terra, viajar é contemplar a obra Divina.


Sinto falta da mesa farta de amigos nos finais de semana, eles são irmãos com DNA diferentes. Sinto falta de ver mais alegria nos rostos escondidos pelas necessárias máscaras, o clima está tenso! Desejo ver a família sempre distante em quilômetros, mas perto do coração. Desejo imensamente me movimentar mais, os exercícios me fazem falta, ir muitas vezes arrastada a academia era rotina, saudades de pedalar com dois ou três amigos, de jogar tênis, de aglomerar mesmo, principalmente aglomeração de risos.


Queria ter o poder de estender a mão e fazer ir embora esta pandemia, mas sou menor que grão de areia, mas minha fé é gigante. E nela deposito a esperança de que mesmo em meio a tantas perdas, encontramos respostas que nos façam entender este doloroso momento. Me pego pensado em famílias que nem conheço, mas das quais choro junto. E faço preces, para que a LUZ volte a brilhar, que a dor seja cessada e que o renovo seja bem vindo. Talvez até aqui, esta seja minha reflexão, não deixar para amanhã uma simples trilha na Chapada, pois o próximo dia pode não existir, não deixar para a semana que vem os exercícios físicos, pois sem eles o coração parece ficar mais lento, menos vistoso. Deixar mesmo que os amigos invadam mais o meu espaço, as vezes os limito, diante de minhas imperfeições e pesada rotina. Despencar mais vezes rumo aos braços dos familiares mais íntimos para que o amor seja mais abundante. E nunca, nunca mais deixar de orar, fazer uma prece, para uma multidão de desconhecidos, ajudar quem nunca vimos, mas que são feitos da nossa mesma essência, afinal o que precisamos é igual, amor, compaixão, compreensão e perdão. Queria aprender exatamente tudo o que ensino em seu mais profundo significado, o que inclui: Vamos viver mais o hoje, o agora, este segundo.

Luciana Gaviglia – Jornalista

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