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24 de julho de 2012

Construção abre novas vagas

Influenciado pela construção civil, Cuiabá registrou aumento na criação de empregos com carteira assinadas em 2012. O saldo positivo no 1º semestre foi de 4.240 postos de trabalho, 19,3% superior ao registrado em 2011 entre janeiro e junho quando haviam sido 3.553 vagas. Somente a construção civil apresentou alta de 250,2% em comparação ao resultado do ano passado.

Apesar do bom desempenho, ao olhar somente o mês de junho este apresenta queda de 64,2% nas permanências no emprego. As informações são do Caged. Segundo os dados do Ministé- rio do Trabalho e Emprego (MTE), a construção civil teve um saldo positivo de 3.089 postos de trabalho em 2012 entre janeiro e junho, volume disparado superior aos 882 gerados o ano passado. Conforme o economista Edisantos Amorim, o ano de fato está aquecido nas contratações devido a construção civil que em alta. “É a construção civil quem segurará a economia de Cuiabá até o final do ano”, salienta.

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Cezário Siqueira, salienta que as contratações estão em alta na capital em decorrência ao início dos trabalhos dos empreendimentos lançados até o ano passado “bem dizer”. “As obras da Copa do Mundo em Cuiabá ainda estão na parte de maquinário. A partir de agosto deveremos ter uma alta ainda maior quando estas obras contratarão de fato”.

Quem também apresentou mais admissões que desligamentos foi a indústria de transforma- ção com crescimento de 25,3% em 2012 ante o ano anterior no período. Enquanto de janeiro a junho de 2011 o saldo positivo foi de 272, este ano foi de 341. “Cuiabá é o centro do Estado e isso ajuda na decisão das empresas ao buscar Mato Grosso para instalar-se, além do fato da mãode-obra ser maior. Outro fator é o aquecimento da construção civil que atrai mais indústrias”, relata o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Jandir Milan.

A agropecuária, também, teve bons resultados saindo de um saldo negativo de 169 vagas o ano passado para um positivo de 21 postos de trabalho, que segundo o gestor do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) Daniel Latorraca, deve-se aos novos estimulos do governo federal. Apesar dos bons resultados nestas áreas, o setor do comércio fechou com saldo negativo o 1º semestre de 2012 de 732 postos de trabalho a menos que as admissões.

O ano passado havia sido positivo de 559 vagas. Serviços teve 1.525 pessoas permanecendo no emprego, entretanto ao comparar com o 1º semestre de 2011 há uma queda de 15,2%, quando 1.799 haviam permanecido. Segundo o vice-presidente da Fecomércio-MT, Roberto Peron, o que se vê hoje em Cuiabá é uma estabilidade no consumo. “O consumo influência no emprego. Se está em alta contrata-se mais, caso contrário reduz-se ou estabilizase”. O mês de junho teve um saldo positivo de 253 permanência nos postos de trabalho. Apesar de positivo o resultado foi 64,2% menor que as 708 do mês em 2011.

No ranking estadual a Capital mato-grossense ficou em 4º lugar. “Junho é o reflexo de uma estabilidade da economia”, frisa o economista. O que segurou o saldo para cima, conforme dados do Caged, foram a construção civil com 501 vagas geradas, 92,6% a mais que o mês em 2011, e a indústria que fechou com saldo positivo de 111 postos. No mês em 2011 a indústria de transformação havia tido saldo negativo de 125 vagas.

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