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Blog

13 de agosto de 2012

Construção civil pede ampliação de produtos isentos do IPI

Dirigentes do setor de construção civil pediram nesta última quarta-feira, 8, ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, a ampliação da lista de produtos com isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Walter Cover, o setor quer incluir na lista 40 novos produtos, que hoje têm IPI de 5% a 10%.

 

Entre eles, vidros, pisos de vinil, de madeira e metais. O setor já é beneficiado com isenção de IPI para vários produtos e o benefício termina em 31 de dezembro deste ano. O presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Cláudio Elias Conz, disse que o mercado não está bem e que as vendas não foram boas no primeiro semestre do ano. Segundo ele, o setor quer construir com o governo mecanismos que possam melhorar o desempenho neste segundo semestre.

 

Os dois dirigentes disseram que o setor sofreu com o problema de oferta de crédito nos primeiros seis meses do ano e agora as condições de crédito são novas e, por isso, defendem a ampliação da desoneração. Eles destacaram como muito importante à decisão da Caixa Econômica Federal de oferecer novas condições para a linha Construcard, com recursos de R$ 5 bilhões, juros de 1,4% ao mês e prazo de pagamento de oito anos. Antes, os juros dessa linha eram acima de 2%. Eles pediram para que a operação da linha seja agilizada.

 

Os executivos discutiram ainda com o ministro a desoneração da folha de pagamentos do setor. Eles vão apresentar estudos para isso, mas defendem que a desoneração seja feita por linha de produto. Cover explicou que há segmentos, como o da produção de cimento, que não seria vantajosa a mudança na sistemática de cobrança. Mas outros, como tintas e cerâmica, já têm vantagem.

 

Novas medidas

 

O presidente da Anamaco disse que o ministro Mantega pediu para que o setor esteja em Brasília no próximo dia 14 para a reunião no Palácio do Planalto, com a presidente Dilma Rousseff, porque serão apresentadas novas medidas de estímulo ao crescimento. O executivo, no entanto, disse que o ministro não antecipou quais medidas seriam.

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