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6 de julho de 2012

Dicas para decidir o melhor tipo de piso para os ambientes da casa

Escolher o melhor piso para os ambientes da casa não é tarefa fácil. Deve-se levar em consideração o tipo de uso em que o espaço terá. Muito importante também é a qualidade do produto. “É bom consultar um bom profissional que conheça as marcas. O cliente pode pedir uma consultoria, por exemplo, que se paga por hora, e o arquiteto ajuda a escolher os materiais”, esclarece a arquiteta Dione Garros. Ela acrescenta que com a concorrência acirrada do mercado o preço pode ser negociado.

Os riscos de comprar um material de qualidade duvidosa são muitos: ele pode se empenado – significa que não é alinhado, com irregularidades no centro ou nas pontas. Ou ainda pode ter falhas na tonalidade. A dica é verificar o material assim que recebê-lo. Caso o produto apresente defeitos, o código consumidor oferece a garantia de 90 dias a partir da data impressa na nota fiscal. Um ponto muito importante é a metragem, recomenda-se adquirir ao menos 10% a mais de revestimento para eventuais cortes, quebras, futuras reformas ou ainda caso o produto não esteja mais disponível no mercado na mesma textura ou tonalidade. A aplicação de qualquer tipo de piso dever ser feita por mão-de-obra qualificada.

Confira os principais tipos de piso e indicações de uso para cada um:

Cimento Queimado: Este tipo de revestimento oferece um visual rústico e contemporâneo. Mas tem lá suas controvérsias, pois as trincas são inevitáveis assim como o efeito manchado. Duas alternativas podem ser buscadas no mercado: o cimento polimérico ou as massas pré-fabricadas. Outra saída é a massa caseira, que pode ser preparada por um mestre de obras experiente. A vantagem do cimento polimérico é o aditivo que garante maior elasticidade e aderência do cimentado.

Onde usar: Por não ter rejuntes e facilitar a limpeza, o acabamento de cimento queimado é muito apreciado em pisos e paredes de cozinha. No entanto, respingos constantes de gordura podem manchar o revestimento, uma dica é usar azulejos ou placas de inox próximas ao fogão.

Porcelanato: O porcelanato é o queridinho dos arquitetos e dos clientes. São vários os motivos: alta resistência à abrasão, durabilidade, grande variedade de tons e texturas. As marcas que fabricam este tipo de piso cerâmico inspira-se em outros elementos como pedra, madeira, cimento, metal, couro e tecido para formar uma gama de opções.

Os três tipos de porcelanato mais comuns no mercado são: Técnico, polido ou natural – é a versão mais comum do porcelanato. Possui um brilho superior ao das pedras naturais, com reflexos. Deve haver cuidado na escolha de onde colocá-lo, pois é escorregadio. Acetinado ou mate – É fosco e gera menos desconforto visual de frieza. Rústico – é antiderrapante, mais usado em áreas externas. A limpeza é um pouco mais dificil, por isso não é muito indicado para cozinha, pois retém gordura com mais facilidade.

Onde usar: Este tipo de piso pode ser aplicado em ambientes internos ou externos. Seu uso é muito amplo, tanto na cozinha quanto no banheiro, assim como em salas e quartos. Cores escuras e texturas com aparência amadeirada transmitem conforto. As cores claras dão impressão de amplitude.

Azulejo: Os azulejos recebem a mesma orientação do porcelanato. A arquiteta Dione Garros prefere utilizar as peças retificadas, que passam por um processo mais rígido de qualidade e possuem medidas alinhadas, seguindo um padrão.

Madeira: Assoalhos de madeira maciça são nobres e mais caros. O mesmo para taco e parquês, também fabricados de madeira natural. Opções como laminadas e carpete de madeira são alternativas, pois misturam outros materiais que diminuem o custo sem perder qualidade do produto.

Onde usar: Em salas de estar, jantar e quartos o piso de madeira dá uma sensação maior de conforto. Madeira reciclada: Já existem produtos no mercado que misturam 60% de madeira reaproveitada e 40% de madeira maciça.

Taco: Feito de placas de madeira nativa em tamanhos variados. A vantagem é que podem ser colocados sobre outros pisos, como cerâmica ou pedra. Os formatos mais comuns são espinha-de-peixe, escama-de-peixe, dama, paralelo e convencional. Antes de escolher, verifique com o profissional o quanto de material será perdido por causa do desenho – varia de 8 a 15%.

Parquê: Diferencia-se do taco pela medida: quatro peças unidas formam uma placa. Na instalação, a face superior dessas placas chegam cobertas por uma camada de papel. A outra extremidade fica em contato com a cola, espalhada diretamente no contra piso nivelado e impermeabilizado. Depois de dez dias da colocação, é feita a retirada do papel com batidas leves, usando pano úmido ou martelo de borracha. Em seguida, o piso é lixado, calafetado e revestido com proteção.

Piso Laminado: A principal vantagem é o preço: inferior a madeira maciça. Existem diversas opções de texturas no mercado, e podem ser uma réplica fiel da madeira natural, imitando ranhuras tons. O piso laminado normalmente, é fabricado a partir de madeira de reflorestamento. É mais resistente a riscos do que a madeira natural. O piso laminado tem este nome, pois ele é fabricado em camadas. É revestido de uma lâmina decorativa, e o miolo, normalmente, é feito de HDF ou HPP – elementos obtidos das fibras da madeira. A proteção final se dá por uma camada de overlay, um filme cristalino de celulose que impermeabiliza e dá brilho ao material. Normalmente, é um piso que não favorece a acústica. Porém, a aplicação de uma manta sob o piso reduz o barulho.

Onde usar: Em ambientes como salas e quartos. “Escolho laminados para os quartos, pois eu acho o porcelanato e cerâmica muito frios para nosso clima. Quando o cliente permite, uso taboão de madeira”, conta Erika.

Carpete de madeira: O nome confunde um pouco, mas este produto é semelhante ao laminado. A diferença é que no carpete de madeira a contracapa, o miolo e a lâmina decorativa são de madeira natural. Além disso, o carpete recebe verniz.

As réguas são coladas e encaixadas, sobre uma manta de poliuretano, colocada no contra piso seco e nivelado. Essa camada é isolante acústica e impermeabilizante.

Cuidados para a manutenção: Os mesmos do laminado.

Pisos de borracha ou emborrachados: A vantagem dos pisos de borracha é que são antiderrapantes acústicos e absorvem impactos. Por isso são bastante indicados para salas de ginástica, recreação infantil e locais de alto tráfego. Dependendo do modelo, deve ser usado somente em áreas internas. Instalado diretamente sobre o contra piso, o revestimento é fixado com uma cola designada pelo fabricante.

Onde usar: Para ambientes de crianças, pois é fácil de limpar, podem ser moldados pra não ter canto, subindo um pouco na parede, comenta a arquiteta Sabrina Sbadelotto. Ela acrescenta que muitas vezes este tipo de piso resiste a chamas e a produtos químicos.

Pisos de vinil ou vinílicos: O piso de vinil tem se tornado o queridinho em projetos modernos, pois é possivel fazer desenhos com recortes do piso. Também é uma opção mais ecologicamente correta quando fabricado a partir de materiais reciclados.

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