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5 de julho de 2018

Iluminação residencial: como definir a ideal para o seu apartamento?

Mais do que simplesmente garantir a luminosidade de um cômodo, a iluminação residencial é um item importante tanto para assegurar o bem-estar dos moradores quanto para dar um toque especial na decoração do imóvel. Apesar disso, não basta simplesmente distribuir pontos de luz pela casa. É preciso planejamento para que haja harmonia no ambiente, sofisticação e economia.

Neste artigo, você vai conferir algumas dicas sobre a melhor forma de preparar um projeto de iluminação residencial. Continue a leitura!

Faça um planejamento para a iluminação

Para garantir uma iluminação residencial eficaz e harmônica, é essencial fazer um bom planejamento — e isso começa com a avaliação da demanda de cada cômodo. Obviamente que a necessidade de luz da cozinha, por exemplo, será diferente da demanda dos quartos ou da sala de estar.

Cada cômodo precisará de quantidades e tipos de luminosidade diferentes, de acordo com as atividades nele desempenhadas. Além disso, é preciso considerar a combinação da iluminação com a decoração.

Uma alternativa para alcançar os melhores resultados é investir em um projeto luminotécnico, que permite determinar qual a real necessidade de luminosidade de cada cômodo. Quando bem executado, esse trabalho contempla cada espaço da casa ou residência, otimizando o uso da luz natural e melhorando a eficiência energética de todo o sistema.

Planejar detalhadamente a iluminação de todo o imóvel tem grande impacto, inclusive no bem-estar dos moradores. Enquanto a luminosidade insuficiente deixa os cômodos desvalorizados e pouco atrativos, a luz em excesso pode provocar cansaço e exaustão em seus frequentadores.

Escolha os tipos de lâmpadas adequados

Uma das definições decorrentes de um projeto de iluminação residencial é referente ao tipo de lâmpada adequada para a função de cada cômodo. Existem, basicamente, quatro tipos de lâmpadas, cada uma indicada para uma situação diferente:

Fluorescente

A lâmpada fluorescente branca é indicada para iluminação das chamadas áreas de trabalho do imóvel, como a cozinha e o escritório. Já a amarela, pode ser usada no quarto ou na sala de estar para dar mais aconchego ao ambiente.

Formada por tubos revestidos de fósforo, esta lâmpada pode ser até 80% mais econômica que a incandescente, além de iluminar melhor e ser até 20 vezes mais durável.

Incandescente

Usada tanto para iluminação geral quanto de efeito, em arandelas, spots ou abajures, por exemplo. O menor custo pode ser uma vantagem, porém, não são consideradas adequadas para projetos de iluminação residencial, pois consomem muita energia e projetam menos luminosidade. Além do calor excessivo que geram, têm vida útil mais curta.

LED

Seu diferencial é a variedade de usos que possibilita. As lâmpadas de LED podem ser aplicadas junto a móveis, objetos de parede ou forros de gesso, são diferentes opções para desenvolver um projeto criativo. Como oferece mais variedade de cores, é uma ótima opção para diferenciar os ambientes.

As lâmpadas de LED não produzem calor, têm maior vida útil e elevada eficiência energética. Praticamente 100% recicláveis, são consideradas a opção mais ecológica dentre as lâmpadas.

Dicroica

A lâmpada dicroica é uma boa opção para destacar um ponto específico de um ambiente, como um nicho ou um espelho. Com luz branca e formato de bulbo, costuma ser utilizada em projetos decorativos ou de destaque, não sendo eficiente para iluminação direta.

Defina um tipo de iluminação

Além do modelo de lâmpadas, o projeto deve definir também o tipo de iluminação mais adequado para cada imóvel, cada cômodo e cada função. Confira alguns deles:

Iluminação geral

Trata-se de um modelo de iluminação única para todo o ambiente. Não há diferenciação entre luz quente ou fria, nem mesmo pontos de destaque no cômodo. Geralmente, é utilizada para dar um efeito mais natural à iluminação, sendo mais eficiente tanto no que se refere à luminosidade quanto à economia.

Iluminação dirigida

Utilizada para destacar um determinado ponto de um ambiente, um elemento de decoração, por exemplo. O tipo de lâmpada a ser utilizado para este fim vai depender do que se deseja destacar.

Iluminação indireta

Utiliza elementos como abajures, colunas ou LEDs para destacar determinados elementos decorativos, gerando maior conforto visual. Pode ser instalada em elementos como sancas de gesso, forros e até mesmo aplicada no piso.

Muito utilizada em dormitórios, permite uma iluminação mais suave e intimista. É comumente usada em ambientes com cores claras.

Iluminação difusa

Utiliza luminárias de vidro ou acrílico para distribuir a luminosidade no ambiente. Assim, busca-se evitar os pontos de sombra, garantindo uma iluminação mais homogênea e suave.

Iluminação de orientação

Seu objetivo é deixar a circulação mais confortável e evitar acidentes. Pode ser aplicada em escadas, corredores e pontos de acesso e geralmente utiliza lâmpadas e luminárias embutidas.

Respeite o projeto elétrico do imóvel

Uma preocupação importante quando se fala em iluminação residencial é a sua compatibilidade com o projeto elétrico do imóvel. Quando se elabora o projeto luminotécnico com antecedência, com o imóvel ainda na planta, por exemplo, é possível ajustar o sistema de eletricidade às demandas que a iluminação vai gerar.

Assim, o profissional responsável pela instalação elétrica poderá dispor os equipamentos e insumos necessários à iluminação, evitando sobrecargas ou mesmo a necessidade de adequações posteriores.

Aprenda a diferenciar luz fria de luz quente

A temperatura da luz não tem nenhuma relação com a temperatura do próprio cômodo. Na realidade, esta identificação está mais direcionada ao uso que se deseja dar a cada ambiente. Conheça melhor a funcionalidade de cada uma delas:

Luz fria

A chamada luz fria é utilizada em ambientes nos quais é preciso uma luminosidade mais intensa, como pode ser o caso do desenvolvimento de alguma atividade específica. Sua coloração branca ou azulada aproxima-se mais da iluminação natural do que a luz quente.

A luz fria é utilizada com mais frequência em ambientes como cozinhas, banheiros e em ambientes de estudo ou home office.

Luz quente

Já a luz quente é indicada para os ambientes de descanso ou lazer. Sua coloração amarelada ou avermelhada é vinculada à sensações de aconchego e de relaxamento, ideal para os ambientes nos quais se deseja gerar uma sensação de conforto.

A luz quente costuma ser utilizada em salas de estar ou jantar, sacadas ou mesmo nos dormitórios.

Apesar de seus diferentes usos, é possível criar projetos de iluminação residencial mesclando luzes quentes e frias em um mesmo ambiente, formando pequenas ilhas ou nichos.

Esses são alguns aspectos que devem ser levados em consideração no momento de definir qual a iluminação residencial ideal para o seu apartamento, garantindo conforto e sofisticação ao seu imóvel.

Agora que você conhece um pouco mais sobre iluminação residencial que tal conferir qual a melhor forma de escolher um bom decorador?

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