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28 de fevereiro de 2018

Guia para fazer planejamento financeiro para comprar um imóvel

Por trás da aquisição de um imóvel há uma série de fatores, os quais têm muito a contribuir para o sucesso dessa conquista. O planejamento financeiro para comprar um imóvel é um ótimo exemplo. Por ser um dos grandes segredos para uma boa compra, é indispensável que anteceda a sua decisão final.

Quer descobrir tudo o que envolve um bom planejamento financeiro? Então, continue acompanhando este post e descubra quais passos seguir para comprar o seu imóvel sem comprometer as finanças!

Por que fazer um planejamento financeiro?

O hábito de planejar as finanças é visto por muitas pessoas como o segredo para o sucesso de qualquer aquisição. Para além dos objetivos referentes às compras, também, pois a organização das finanças é um tema importante na vida de qualquer pessoa que mantenha uma relação saudável com o dinheiro.

Ao comprar um imóvel, o planejamento se mostra ainda mais importante, e isso se deve ao fato de ser uma compra maior, cuja aquisição impactará na vida da família por um longo período. Diante disso, pode-se dizer que o planejamento financeiro, aliado à organização, é o responsável por tornar esse impacto positivo.

Com ele, a compra do imóvel da família não se torna um problema a longo prazo, pois uma estratégia é criada previamente a fim de evitar aborrecimentos, como desequilíbrios financeiros, pagamento de juros desnecessários e outros.

Em resumo, o planejamento é importante porque permite a formulação de estratégias que garantem uma compra mais segura. Assim, o orçamento da família não fica apertado ou bagunçado após a aquisição.

Para além disso, o planejamento impede as famosas compras por impulso ou emoção, hábito comum entre os brasileiros. Prova disso é um levantamento feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional dos Dirigentes Logistas (CNDL), que mostrou que quatro em cada dez brasileiros têm esse costume na hora de comprar.

Por onde começar?

Comece analisando o orçamento da família e utilize uma planilha (ou até mesmo aplicativos) para registrar os ganhos e gastos. Calcule também quanto sobrará da renda familiar todo mês para ser investido na compra. Aproveite todos esses dados e organize as finanças.

A partir disso, estabeleça metas possíveis. Como o planejamento permite conhecimento maior acerca da própria realidade financeira, é possível definir metas com base tanto no desejo da família quanto no orçamento.

Outra ação essencial para quem busca se planejar para adquirir um imóvel é o corte de gastos excessivos. A planilha, após finalizada, fornecerá dados importantes para que você consiga definir onde pode economizar.

Um detalhe importante: a planilha deve ser atualizada sempre que qualquer quantia entrar ou sair do orçamento. Aquele presente baratinho comprado para presentear em um aniversário deve ser registrado! Aquele lanche no intervalo do trabalho também!

A chave para um planejamento eficiente é ter controle de todas as informações que envolvem o seu dinheiro. Por isso, pratique o hábito de anotar tudo, pois facilita não só o corte, mas também a redução de gastos.

Como a escolha do imóvel influencia a parte orçamentária?

Nesse aspecto, o principal é entender que, dependendo do perfil do imóvel que você deseja, pode ser necessário economizar mais ou menos. Vale lembrar que reconhecer as necessidades da família em relação ao imóvel é parte essencial do sucesso da compra.

Veja algumas perguntas importantes para direcionar a sua escolha. A família vai aumentar em breve? Quantos quartos precisamos? Como está a nossa carreira? Vamos receber visitas com frequência? Fatores como localização, tamanho e até mesmo idade da construção também interferem no valor. No entanto, não é só isso que influencia no orçamento, confira outros detalhes adiante.

Imóveis na planta

Se a pressa não é a sua acompanhante na busca de um imóvel, essa é uma boa opção. Também pode ser interessante caso seja a compra do segundo imóvel, pois a situação permite esperar mais tempo até a conclusão da obra.

A vantagem desse tipo de imóvel é o fato de ser uma opção mais barata, especialmente para quem já economizou uma quantia razoável e consegue realizar o pagamento à vista. Se esse não é o seu caso, existe a possibilidade de contar com financiamento. Afinal, existem vários tipos, e algum pode ser ideal para a concretização do seu desejo.

Até pegar as chaves, o pagamento será referente ao valor da entrada do financiamento e de uma taxa referente à evolução da obra. Após isso, outras parcelas farão parte do orçamento. Por isso, não desconsidere esse valor no seu planejamento.

Vale lembrar que o valor do imóvel será corrigido pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) após a conclusão da obra. Sendo assim, o orçamento da família deve ser analisado e organizado tanto antes do pagamento referente à entrada quanto para o pagamento das demais mensalidades após a entrega das chaves.

Unidade que precisa de reforma

São muitos os motivos que fazem a aquisição de um imóvel na planta ser uma decisão sequer cogitada: demora na entrega, variações entre o projeto e a construção, demora para a mudança. Se é o seu caso, certamente os imóveis usados (ou ainda os novos) foram os definidos no momento de estabelecer as necessidades e prioridades da família.

A grande vantagem desse tipo de imóvel é o conhecimento acerca do que está sendo comprado. Enquanto, ao comprar um imóvel na planta, existe o risco de variações entre o projeto e a construção, no imóvel pronto é possível conhecer exatamente o objeto da compra. Afinal, basta uma visita e uma verificação mais atenta.

Infelizmente, isso não quer dizer que estará tudo exatamente como nos seus sonhos. É possível que alguns ajustes/reformas sejam necessários, principalmente na parte elétrica e hidráulica. Outros pontos que devem ser observados são infiltrações e rachaduras.

Assim, é preciso que todas essas questões sejam levadas em consideração no orçamento. Afinal, todas as reformas que o imóvel possa precisar terão um custo, e isso não deve desequilibrar as suas finanças!

Outros aspectos relacionados à escolha do imóvel

No caso dos imóveis na planta, é essencial investigar mais detalhes sobre a construtora, isto é, problemas estruturais, atrasos etc. Já no caso de um imóvel pronto, que precisa apenas de uma reforma, é importante verificar as questões jurídicas. Para isso, solicite certidões cartorárias a fim de saber da existência de hipotecas ou outras pendências relacionadas ao imóvel.

Para além desses fatores, há uma questão fundamental que não deve ser esquecida: as reformas referentes à adequação do imóvel às necessidades da família. Não é novidade que mudar de casa/apartamento requer algumas adaptações. Talvez você queira fazer algumas alterações na mobília, mudar a cor das paredes, instalar algum equipamento.

Enfim, pense que o seu planejamento financeiro não deve englobar apenas o valor do imóvel em si, mas também todas as coisas que serão necessárias para que a casa nova seja um espaço confortável e preparado para receber todos os moradores.

No caso de imóveis em condomínio, procure saber mais detalhes sobre cotas extras, obras e demais taxas referentes ao espaço, como limpeza e manutenção de áreas comuns.

De modo geral, é preciso ter cautela na hora da escolha. Pesquise e analise diferentes alternativas antes de tomar a decisão final e lembre que no mercado imobiliário surgem oportunidades o tempo todo.

Como fazer um plano financeiro para ter um imóvel?

De repente, você percebe que uma casa nova pode ser uma boa ideia. Mais espaço para as crianças, mais qualidade de vida para a família, menos tempo desperdiçado no trânsito. Enfim, são vários fatores que levam ao desejo de encontrar um lugar melhor para morar.

E depois disso, você sabe o que fazer? Provavelmente, não. Infelizmente, esse desejo fica apenas na imaginação da maioria das pessoas por um motivo: falta de planejamento financeiro para comprar um imóvel.

Certamente você já percebeu a necessidade de organizar as suas finanças e estabelecer um plano para comprar um imóvel. Para torná-lo ainda mais eficiente existem algumas ações e cuidados que não podem ser dispensados. Confira quais são:

Criar uma planilha ou procurar um app

As duas opções auxiliam no controle do dinheiro por meio do registro de todas as receitas e também das despesas. Geralmente, isso é feito pela divisão de algumas categorias principais:

  • despesas fixas: aquelas que ocorrem todos os meses e têm o mesmo montante, como aluguel, impostos e financiamentos;

  • despesas variáveis: também acontecem todo mês, mas os valores podem ser reduzidos. Água, luz e telefone são alguns exemplos;

  • extras: envolvem manutenções, prevenções e outros custos esporádicos;

  • adicionais: aquelas que não ocorrem todos os meses, como lazer e viagens.

Se optar pela planilha para fazer o seu controle, é possível tanto encontrar uma pronta quanto desenvolver alguma a partir da sua realidade. A grande vantagem é a organização, visto que fica mais simples perceber onde o dinheiro está sendo investido e, portanto, onde pode ser economizado, bem como ter uma noção de quanto está sobrando todo mês.

No entanto, as planilhas podem ser um problema por causa da falta de mobilidade, isto é, nem sempre estão por perto. Por isso, os apps têm se tornado tão populares e eficientes quando o assunto é gerenciamento financeiro.

Com eles, é possível registrar os gastos no momento em que ocorrem. Ou seja, dificilmente ficará aquela dúvida sobre “para onde foi o meu dinheiro?” no fim do mês. Os mais utilizados são: GuiaBolso, Minhas Economias, Mobills, Money Lover, Monefy e Finance. Todos estão disponíveis tanto para iOS quanto para Android.

Começar a economizar

Com a planilha em mãos, tente visualizar onde é possível economizar e comece a agir. O principal objetivo dessa economia é poupar para oferecer uma entrada maior, pois tal condição favorece negociação mais vantajosa.

No caso de uma compra à vista, ter dinheiro em mãos pode ajudar a conseguir um desconto melhor. Se o financiamento for a opção escolhida, quanto maior a entrada, menores as parcelas e, consequentemente, o impacto que as suas finanças sofrerá nos meses seguintes.

Entender a diferença do pagamento à vista ou financiado

Essa é uma das maiores dúvidas e, ao contrário do que muitas pessoas pensam, não é uma questão relacionada apenas ao fato de ter todo o dinheiro ou não no momento da compra. Afinal, é preciso analisar uma série de outros aspectos envolvidos no tipo de pagamento e conhecer, de fato, como funciona cada um.

No pagamento à vista, por exemplo, você despende alta quantia e pode ficar sem reserva para gastos necessários após a compra. Já o financiamento será responsável por inserir algumas parcelas no seu orçamento por um período relativamente longo. As duas opções permitem o uso do FGTS para a aquisição.

Verificar todos os pontos junto à financiadora de imóveis

financiamento direto com a construtora pode ser uma opção repleta de benefícios. Os principais são agilidade na liberação de crédito, facilidade na negociação e prazos reduzidos.

Aqui o objetivo é prevenir eventuais ilegalidades e garantir uma compra sem problemas. Os principais pontos que devem ser analisados são:

  • amortização;
  • correção monetária;
  • juros;
  • outras taxas;
  • seguro.

Para além desses pontos, também é importante verificar os requisitos necessários para ter acesso ao crédito no caso de financiamento, por exemplo. Ao contrário do que acontece quando o financiamento é feito diretamente no banco, as financiadoras são mais abertas à conversa.

Por isso, aproveite para tirar todas as suas dúvidas e verificar todos os detalhes. Afinal, como já foi dito, é uma compra importante e que terá impacto no orçamento por um longo período.

Optar pela melhor forma de pagamento

Basicamente, existem três maneiras de adquirir um imóvel: compra à vista, financiamento e consórcio mobiliário. O primeiro passo antes de tomar a decisão é analisar a atual situação financeira e os planos futuros. A partir disso, é possível escolher a opção mais adequada para o orçamento e a realidade familiar.

Embora o pagamento à vista seja visto como a melhor opção, o ideal varia de família para família. Obviamente, pagar tudo de uma vez só e ficar livre dos juros do financiamento e taxas de administração dos consórcios é a melhor alternativa, mas nem sempre é possível. Em outros casos, embora possível, talvez não seja o ideal.

Imagine a seguinte situação: determinado comprador tem o dinheiro para fazer o pagamento completo no momento da compra, mas fica sem nenhuma quantia de reserva para emergências ou outros custos relacionados ao imóvel.

Você considera essa uma boa escolha? Certamente, não. É por isso que a forma de pagamento deve ser pensada com calma e sempre junto ao orçamento.

No financiamento, por exemplo, uma boa estratégia adotada por muitas pessoas é o pagamento de, no mínimo, 30% do valor à vista. A dica, portanto, é que, se você ainda não tem essa porcentagem, economize mais um pouco, pois a parcela será menor e comprometerá menos a renda.

Se a pressa não é a sua companheira no desejo de mudar para uma casa nova, o consórcio mobiliário é uma opção. No entanto, apesar de oferecer custo reduzido, é uma alternativa que requer planejamento para que o pagamento das prestações não se torne um problema de difícil solução.

Já ouviu falar em simulação? Você pode fazê-la antes de fechar o negócio e assim planejar-se para economizar mensalmente o valor da parcela. Dessa forma, é possível verificar se é preciso mudar as suas estratégias ou não a fim de equilibrar o sonho de um novo lar com o sonho de manter a vida financeira equilibrada.

Conhecer as possibilidades de uso do FGTS

Embora a maioria das pessoas saiba da possibilidade de usar o FGTS para a compra de um imóvel, muitas dúvidas surgem acerca das possibilidades de utilização desse benefício.

Basicamente, ele corresponde a 8% do salário mensal de todo funcionário contratado em regime CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e pode ser utilizado de três formas:

Compra e construção

Em ambos os casos é possível utilizar o saldo para pagar parte ou o valor total do imóvel.

Amortização ou liquidação de dívidas

Se o contrato for assinado no domínio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), o saldo pode ser utilizado para liquidar a dívida (ou parte dela).

Pagamento de parte do valor das prestações

Essa forma de utilização permite redução de até 80% do valor das prestações. No entanto, o contrato deve ter sido assinado no domínio do SFH.

Para utilizar o seu benefício, em primeiro lugar, consulte o seu saldo. A partir disso será possível verificar qual opção apresenta maior vantagem para você. Em seguida, reúna a documentação e envie para avaliação. Alguns dos documentos exigidos são:

  • certidão de nascimento;
  • RG ou carteira de motorista;
  • CPF;
  • comprovante de residência;
  • extrato de conta vinculada ao FGTS;
  • Carteira de Trabalho e Previdência Social;
  • documentos do imóvel.

Conhecer como os juros afetam o valor

Se uma questão tivesse que ser destacada a fim de representar uma das maiores dúvidas de quem pretende adquirir um imóvel, certamente os juros ocupariam o tema central. Como a maioria das pessoas não pode desembolsar o valor do imóvel à vista, a alternativa encontrada é acompanhada de algumas taxas, como os juros.

Ao contrário do que parece, essas taxas, apesar de afetarem o valor das parcelas, não precisam representar um problema. Para isso, basta lembrar que elas existem na hora de fazer o seu planejamento financeiro e há um motivo para tal cobrança.

Para incluí-las no orçamento, é preciso entender não só o que são as taxas de juros de financiamento, mas também como elas são elaboradas. Basicamente, os juros são compostos por duas partes: custo da operação e spread bancário.

O primeiro é determinado pelo FGTS e a caderneta de poupança, visto que é de onde surgem os recursos utilizados no financiamento. Já o segundo é a diferença entre a taxa cobrada e a taxa paga.

Como os bancos contam com custos operacionais e inadimplências diferentes, as taxas dificilmente serão iguais em todos. Ou seja, os fatores que compõem os juros não são os mesmos para todos os bancos ou instituições financiadoras.

Resumindo: ao recorrer ao financiamento, o cliente recebe uma quantia sobre a qual são incluídos os juros de tal procedimento. Todo mês, portanto, um pagamento deverá ser realizado a fim de quitar o saldo dessa dívida.

Cada uma dessas parcelas mensais é composta de juros e amortização. Enquanto a última é parte do valor emprestado que é devolvido ao banco, os juros podem ser vistos como um valor de aluguel dessa quantia.

Como um profissional pode ajudar?

O planejamento financeiro para comprar um imóvel é essencial para que as decisões certas sejam tomadas sem que o orçamento fique comprometido. No entanto, imprevistos surgem o tempo todo e não é o hábito de organizar as finanças que, infelizmente, vai impedir isso.

Por esse motivo, o auxílio de um profissional pode ser vantajoso. Seja para lidar com situações inesperadas, seja para resolver questões referentes ao financiamento, um consultor é capacitado para esclarecer diversas dúvidas e agregar muito ao processo de compra.

Assim, a primeira dica é quanto a ter confiança no profissional escolhido, pois uma boa consultoria faz imensa diferença para as decisões tomadas, assim como para o planejamento.

No setor imobiliário e financeiro, existem diferentes profissionais, todos aptos para oferecer uma boa consultoria. Os consultores financeiros, por exemplo, podem ajudar na organização das finanças, na escolha das melhores estratégias de economia e/ou investimento e também na mudança de alguns hábitos. De forma geral, auxiliam nos assuntos referentes ao dinheiro.

Já um consultor imobiliário auxilia na tomada de decisão referente à escolha do melhor imóvel. Com conhecimentos de direito imobiliário e demais pormenores burocráticos envolvidos na compra e venda, esse profissional também pode exercer funções como a análise do imóvel para o cliente.

Adquirir uma casa ou apartamento faz parte dos sonhos da maioria dos brasileiros e, como vimos aqui, a realização desse sonho pode estar diretamente vinculada ao planejamento financeiro para comprar um imóvel. Agora, que você já conhece a importância dele e os passos para torná-lo realidade, é só colocar em prática e esperar o resultado.

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