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Blog

17 de novembro de 2014

A Grife de Morar São Benedito

Por Luciana Gaviglia

 

American Diamond

Beleza Neoclássica e sofisticação conferem personalidade europeia ao condomínio vertical American Diamond, só mesmo o Estilo São Benedito de Morar e Viver poderia oferecer um empreendimento tão especial e singular.

 

 

O American Diamond tem elementos da arquitetura greco-romana da antiguidade clássica em sua fachada, com a presença de arcos romanos, platibanda, pórticos colunados, simetria marcante e composição perfeitamente equilibrada. Todo o traçado típico dessa arquitetura projeta a grife de Morar São Benedito.

 

 

A dimensão dos vitrais demarca a sofisticação da fachada, nas partes frontal e lateral com diversidade de tamanhos, medindo de cinco metros de altura, 6,65 e até 9,20 metros. O classicismo nato em 14 colunas de 13,60 metros.

 

Imponência

 

O American Diamond vai te deixar completamente nas alturas, não por acaso, ele será o empreendimento mais alto do Jardim das Américas, completando assim sua supremacia. Um dos fatores que o tornam tão elevado é que além de ter 32 pavimentos Tipo, ainda conta com quatro sobre solos, estes andares serão destinados às garagens, excluindo por completo a garagem do subsolo.

 

No American Diamond todas as suas grifes vão se sentir em casa. Cada espaço, cada detalhe foi planejado para combinar com tudo o que você mais gosta.

 

 

Uma Joia em Lapidação

 

Solução altamente segura, precisão extrema, qualidade total, são apenas alguns atributos da megaestrutura de fundação do edifício American Diamond. Esta grandiosa obra, sem dúvida é comparada a uma joia em lapidação, a realidade é que uma obra, como um condomínio vertical não deve ser observada apenas do lado de fora, como contemplação arquitetônica, o Grupo São Benedito vai muito além, uma equipe de engenharia de ponta, dotada de alta tecnologia elabora os projetos de fundação sempre adequando o sistema construtivo com o tipo de solo.

 

 

Isto quer dizer que o que está escondido, por debaixo da torre do edifício é tão importante, quanto todo o conjunto da obra, ou até mais, porque a base perfeita de sustentação define a segurança do empreendimento. Um dos engenheiros responsáveis pelo cálculo estrutural do empreendimento, Paulo Pozzobom foi minucioso ao escolher a técnica empregada; radier, um sistema que emprega puro cálculo estrutural e análise de solo, ou do perímetro do terreno como um todo. O radier ainda é uma tecnologia da engenharia, nascida na Europa, porém com pouca utilização em Mato Grosso, sendo o American Diamond a primeira torre do Grupo São Benedito a receber esta tecnologia.

 

“Descartamos dois tipos de fundação mais utilizada, como estacas hélice contínua monitorada e tubulões sob ar comprimido. Descartamos a fundação em estacas ao verificar durante a prova de cargas uma resistência insatisfatória. Este tipo de técnica até poderia ser eficaz, mas não atingiria os coeficientes de segurança padronizados pelo Grupo São Benedito, por isso nossa equipe de engenharia definiu a escolha pelo radier”, explica Pozzobom.

 

Com o método escolhido as escavações deram início à obra, atingindo uma profundidade de sete metros, até encontrar um solo de altíssima resistência, uma rocha e sob este núcleo uma nova base estrutural é feita de concreto armado, neste núcleo foram colocados dois blocos de 1.600 metros cúbicos (m³) totalizando  3,2 mil m³ de concreto, o equivalente a 320 caminhões da matéria-prima, com 240 toneladas de aço. Completando o núcleo central de sustentação do empreendimento.

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