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10 de junho de 2013

Falta de qualificação encarece obra em 30%

A falta de um trabalhador capacitado afeta diretamente o custo de obras, acarretando problemas como atrasos na entrega, gasto excessivo com materiais e muitas vezes o retrabalho por conta de projetos mal executados. Esta é uma realidade vivenciada pelo construtor doméstico e também por grandes empresários do ramo. Segundo a vice-presidente do Instituto da Construção, Rebeca Pinto, o Brasil enfrenta um problema cultural, já que historicamente as pessoas não priorizam a qualificação nestes setores.

“Na maioria das situações o aprendizado ocorre na própria obra, o que multiplica condutas equivocadas e vícios comportamentais”, explica. Para ela, a carência de métodos e o conhecimento sobre matéria prima deveriam ser básicos para qualquer profissional que busque melhor performance e o desenvolvimento de um trabalho com qualidade.

Apesar de identificar o problema no canteiro de obra, muitas empresas contratam profissionais mesmo sabendo que não possuem qualificação necessária, pois existe uma grande carência de profissionais. “Temos parcerias com empresários que estão investindo na capacitação de sua força de trabalho e com isso economizando até 30% no custo final da obra.”

Para a especialista, além de tornar a obra mais eficiente e com maior qualidade, a qualificação profissional ajuda a minimizar o acúmulo de entulho, pois o desperdício de material é muito baixo. “Geralmente o desperdício e outros gastos acontecem pelos maus hábitos da própria mão de obra. Para se ter uma ideia do tamanho do problema, a cada três casas construídas, o volume de entulho produzido seria o suficiente para construir mais um imóvel.”

 

Formação de profissionais é escassa no mercado

Recente pesquisa divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que somente 17,8% dos trabalhadores ocupados na construção civil frequentaram cursos de educação profissional. De 16 setores analisados na pesquisa, os com menor proporção de pessoas formadas são de agronegócio (7%), outros (13,54%) e construção civil (17,8%).

David explica que a solução para este problema são os cursos profissionalizantes que fazem com que os trabalhadores cheguem ao mercado aptos a executar seus trabalhos, conscientes e livre de vícios. “A contratação desses profissionais é imprescindível para que não haja desperdício de materiais, falhas na construção, retrabalho e atrasos na entrega das obras”.

Com mensalidades que variam de R$ 99 a R$ 250, o Instituto da Construção atinge principalmente os trabalhadores das classes C, D e E, oferecendo cursos com grades modulares e flexíveis, com alternativas no período da noite e aos sábados. Ao finalizar cada curso, o aluno recebe um certificado.

Entre os cursos oferecidos estão o de Instalador de Alvenaria Azulejista e Revestidor, Gesso Acartonado, Eletricista Instalador, Pintor de Obras, Decoração Residencial, Pereirão, Paisagismo, Mestre de Obras, Jardinagem e Instalador Hidráulico. Todos eles possuem como conteúdo comum as matérias Primeiros Socorros, Meio Ambiente, Segurança no Trabalho (Normas NR8 e NR10) e Organização Financeira. A rede pretende ainda lançar mais 30 cursos em 2013.

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