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3 de abril de 2019

Imóveis ou ações: qual deles é o melhor investimento? Descubra!

Você, certamente, já ouviu alguém dizer que “dinheiro voa”, não é? Essa é uma grande verdade: ao receber o seu salário mensal e realizar o pagamento das contas, o restante vai embora em questão de dias se não for bem monitorado ou aplicado — duas possibilidades são a compra de imóveis ou ações.

Ao se tornar um investidor, você estará utilizando de forma inteligente os seus suados rendimentos. Além de não ficar parado, esse capital pode render bons retornos e, gradativamente, contribuir para o aumento do seu patrimônio. Por isso, devemos pensar bem antes de fazer uma aplicação financeira.

Para ajudá-lo nessa questão, preparamos um material comparativo entre o mercado imobiliário e o de ações. Continue a leitura para conhecer as vantagens e os riscos de cada um!

Investir em imóveis ou ações?

Se você nunca pensou em investir, pode ficar bastante confuso em relação às muitas opções. Para começar, um investimento nada mais é do que a aplicação de recursos com o fim de se obter lucro. Para você ter uma ideia, a sua poupança mensal é um jeito — muito eficaz, por sinal — de investir.

Aplicar o dinheiro é sempre um meio de conservar e aumentar o patrimônio, mas nem todos os brasileiros estão habituados a isso. Por exemplo, você sabe o que são aplicações de renda fixa e de renda variável? O primeiro tipo é aquele em que, no momento da aplicação, você já tem o cálculo do rendimento, como:

  • caderneta de poupança;
  • fundos de renda fixa;
  • títulos públicos;
  • títulos de crédito imobiliário etc.

Já os investimentos de renda variável são aqueles cuja futura remuneração é imprevisível, pois os rendimentos dependem da dinâmica de mercado. Apesar de apresentarem mais riscos do que as aplicações de renda fixa, estas permitem um retorno muito maior para o investidor.

As ações da bolsa de valores, por exemplo, são uma das aplicações de renda variável mais conhecidas. Os investimentos imobiliários também são caracterizados assim. Mas, afinal, vale mais a pena investir em imóveis ou ações? Para decidir, é bom comparar as vantagens e os riscos de cada um.

Como funciona o investimento em ações?

Se você não está familiarizado com o mercado de ações, mas deseja investir, temos uma boa notícia: a compra de títulos é mais simples e acessível do que parece. Para começar, você deve saber que as ações representam pequenas frações de companhias ou sociedades anônimas.

Elas são muito comuns em empresas que desejam expandir suas atividades. Para conseguir mais dinheiro, tornam-se companhias de capital aberto. Então, passam a vender suas ações — também chamadas de títulos ou papéis — no mercado para obter recursos financeiros.

Diferentemente do que muitos podem pensar, a compra de ações não está limitada aos grandes investidores com alto conhecimento em economia. Qualquer um que tenha pequena quantidade de dinheiro disponível e faça seu registro na bolsa de valores já pode começar a investir.

Hoje em dia, existe uma série de empresas especializadas em consultoria para investidores iniciantes, além de um mar de informações na internet para quem deseja começar a comprar títulos. Desse modo, há mais segurança e facilidade na aplicação financeira no mercado de ações do que há alguns anos.

As principais modalidades de investimento em ações

Você sabia que existem vários tipos de ações? Na bolsa de valores, os títulos são classificados conforme as vantagens e os riscos. Veja alguns dos principais tipos de papéis.

Ações ordinárias (ON)

Quem compra ações ordinárias tem direito a uma pequena participação na administração da empresa. O acionista pode votar nas decisões do negócio e ganhar mais espaço conforme a quantidade de títulos. Assim, quem compra muitas ON consegue, de certo modo, influenciar os direcionamentos da empresa.

Ações preferenciais (PN)

Ao contrário das ações ON, as ações preferenciais não dão direito a voto em assembleias. No entanto, o acionista tem preferência sempre que houver distribuição de lucros por parte da empresa, como em pagamento de dividendos ou de compensações quando o negócio vai à falência.

Certificado de Depósito em Ações (Unit)

O Certificado de Depósito em Ações, ou Unit, traz ativos de espécies variadas, incluindo ações ON e PN. Desse modo, é ideal para investidores que gostam de diversificar ou que não querem arriscar em um único tipo de título.

Blue Chips

As Blue Chips são chamadas de “ações de primeira linha”, pois têm as maiores movimentações entre os investidores e, também, o maior valor na bolsa. Esses papéis — de empresas como Petrobras, Itaú, Ambev etc. — têm altíssima liquidez. Então, uma grande vantagem é que são facilmente vendidos caso o investidor não queira mais continuar a negociação.

Mid Caps

As Mid Caps também são muito movimentadas. Referem-se às ações de empresas de médio porte e são as preferidas de investidores mais experientes porque, embora haja liquidez variável, são as que carregam maior perspectiva de valorização. Por isso, se a pessoa entende as tendências de mercado, são um bom negócio.

Small Caps

Já as Small Caps são ações de empresas de pequeno porte, muito atrativas devido à sua cotação na bolsa. Por serem baratas, podem representar rentabilidade maior no longo prazo. No entanto, são mais difíceis de vender. Isso faz com que existam maiores riscos de congelamento ou perda da aplicação.

Vantagens de investir em ações

Agora, que você conhece um pouco mais sobre o que são e quais são os principais tipos de títulos, vale a pena ver as maiores vantagens e desvantagens desse investimento. Confira!

Maior acessibilidade

Na comparação entre imóveis ou ações, o segundo investimento é mais acessível. Para se ter segurança maior nas aplicações, é interessante ter um montante de dinheiro maior para variar na compra de títulos. No entanto, qualquer pessoa com menos de R$ 500 já consegue adquirir alguns ativos.

Além disso, a compra e a venda de ações está com taxas de juros mais facilitadas em relação a alguns anos. A BM&FBovespa — instituição responsável pelo mercado de ações no Brasil — disponibiliza informações para investidores diariamente e de forma simplificada e transparente.

Comodidade

Se você já assistiu a O lobo de Wall Street (2013), provavelmente tem uma visão equivocada do mercado de ações. Aquele cenário hollywoodiano de inúmeros corretores ao telefone gritando ao mesmo tempo em ritmo frenético não existe mais. Hoje em dia, as transações são feitas em ambiente virtual.

O home broker é o sistema oficial de investimentos em ações. Para usá-lo, você só precisa de um equipamento com conexão à internet e de uma corretora de sua preferência. Entre os principais home brokers do Brasil estão a XP Investimentos, a Easynvest, o Banco do Brasil, a Rico e o Itaú Corretora.

Boa liquidez

O mercado de ativos tem excelente movimentação. Então, uma grande vantagem é a boa liquidez do investimento, o que quer dizer que os títulos são muito facilmente comprados e vendidos. Desse movo, caso se arrependa da aplicação ou não esteja seguro para continuar a movimentação, não é difícil voltar atrás.

É claro que, nesse meio tempo, o título pode ter sofrido desvalorização e você pode perder parte da aplicação. Ainda assim, a facilidade de desfazer a transação — em comparação ao investimento imobiliário, pelo menos — chama muito a atenção de quem está iniciando no mercado de ações.

Riscos de investir em ações

Apesar de vantagens muito atrativas para quem está pensando em como aplicar seu dinheiro, o mercado de ações também tem seus pontos negativos. Veja alguns deles:

Vulnerabilidade

De forma bem mais sensível do que no mercado imobiliário, as ações são muito vulneráveis à instabilidade econômica. Qualquer tipo de influência externa, como decisões políticas, oscilações na cotação do dólar ou mesmo condições climáticas adversas podem levar à perda ou à exaltação de ânimo dos grandes investidores.

Os reflexos disso recaem sobre o valor de todos os títulos, mesmo dos Small Caps. Por isso, a aplicação pode oferecer menos garantia de retorno para os investidores mais inseguros. Os títulos também têm grande variação sazonal em sua valorização. Por isso, vale a pena diversificar para diminuir as incertezas.

Altos riscos

O retorno no investimento de ações pode ser um dos mais altos entre todos os tipos de aplicação financeira. Se der sorte, ou melhor, se aplicar o seu dinheiro estrategicamente e de forma muito acertada, poderá desfrutar de rentabilidade muito significativa. Na mesma medida, porém, estão os riscos.

Justamente por ser muito suscetível às variações de fatores externos, o mercado de ações é imprevisível, na maioria das vezes. Então, a menos que você seja um gênio dos investimentos, pode ter dificuldade em equilibrar riscos e retornos ou de aplicar em alternativas com lucros mais regulares.

Lucros de longo prazo

Se você tem planos imediatos para o lucro de seus investimentos ou se é uma pessoa mais ansiosa, temos uma má notícia: os retornos do mercado de ações podem demorar um pouco para se tornarem expressivos.

Por exemplo, ao comprar títulos de empresas com potencial de crescimento, você precisará esperar que o negócio realmente se expanda, acumule patrimônio e tenha altos rendimentos para poder resgatar um bom valor. Tudo isso pode levar vários meses ou anos.

Necessidade de conhecimento técnico

Ao contrário do investimento imobiliário, por exemplo, as aplicações no mercado de ações exigem um pouco mais de conhecimento técnico. Afinal, você precisa ter ao menos noções básicas de economia, política, relações internacionais etc. para fazer compras de títulos com alguma base.

Do contrário, o tiro no escuro pode representar a perda de capital. É claro que você também pode contar com a sorte e simplesmente comprar títulos aleatórios no home broker de sua preferência, mas essa provavelmente não é a atitude ideal quando se trata da aplicação financeira.

Como funciona o investimento em imóveis?

O setor imobiliário sempre foi um dos preferidos dos investidores, já que as transações envolvem bens que nunca perdem a procura e que dificilmente sofrem grandes desvalorizações. Afinal, todo mundo precisa de um imóvel próprio ou para locação, em qualquer lugar ou época do ano.

A grande sacada é que, ao contrário do que muitos podem imaginar, os investimentos nessa área não se limitam à compra para revenda futura ou à aquisição de imóveis para locação. As possibilidades são bastante diversificadas e, de modo geral, mais seguras do que no mercado de ações.

Hoje em dia, o investimento tradicional em imóveis já passou por fortes inovações. É possível até mesmo comprar títulos de crédito imobiliário com menos burocracia em relação aos documentos para imóvel e ao resgate de recursos.

As principais modalidades de investimento no mercado imobiliário

Para entender melhor como funciona o mercado imobiliário, veja algumas das principais modalidades de aplicação financeira no setor.

Imóveis na planta

Uma das possibilidades preferidas do investimento imobiliário é a compra de empreendimentos na planta. Normalmente, os imóveis que ainda estão em fase de construção são mais baratos do que aqueles prontos para morar. O objetivo é, portanto, adquirir o bem para revendê-lo futuramente.

Terrenos

No mesmo sentido, a compra de terrenos é muito interessante. Os custos de uma construção são bem mais baixos do que os da compra de um imóvel pronto, mesmo contando com materiais e mão de obra. Essa é uma excelente alternativa para quem pode esperar um pouco pelos retornos.

Imóveis usados

Existem muitos fatores que influenciam o valor de um imóvel: acabamento, infraestrutura do bairro e até mesmo a existência de sistemas alternativos de energia (como a fotovoltaica). Não é raro ver empreendimentos vendidos por preço inferior ao seu potencial. Por isso, vale a pena adquirir imóveis usados, valorizá-los e revendê-los.

Imóveis para locação

Um dos investimentos mais comuns no setor imobiliário é o da compra de propriedades para locação. Essa é uma alternativa interessante, pois o imóvel se torna uma fonte regular de renda, com retornos mensais. Além disso, o processo costuma ser intermediado por uma imobiliária, o que reduz as preocupações do proprietário.

Fundos imobiliários

Os fundos imobiliários são formados por grupos de investidores que se reúnem para aplicar em um grande empreendimento, como estabelecimentos comerciais de grande porte, shoppings centers, hotéis etc. O grande diferencial está em dividir todos os custos e responsabilidades com os demais cotistas.

Títulos de crédito imobiliário

Para quem quer ainda mais segurança, há os títulos de crédito imobiliário, caracterizados por serem ações de renda fixa lançadas por instituições financeiras. Os três principais comercializados no Brasil são:

  • Letras de Crédito Imobiliário (LCI);
  • Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI);
  • letras hipotecárias (LH).

Vantagens de investir em imóveis

A seguir, veja os principais pontos positivos de investir em imóveis em comparação ao mercado de ações.

Baixos riscos

Ao investir no mercado imobiliário, os rendimentos dependem muito mais de você mesmo. Basta um pouco de percepção para analisar a localização mais provável de valorização ou as tendências no setor de locação para dar passos mais certeiros do que no mercado de ações, que é altamente vulnerável.

É claro que também há baixas e altas nesse setor, mas os reflexos para os investidores são bem menos sensíveis. Não há, por exemplo, o risco de uma empresa falir e você perder sua aplicação. De um modo ou de outro, o imóvel dificilmente perderá muito de seu valor.

Resultados mais previsíveis

Investir em imóveis também ajuda a ter uma perspectiva mais precisa dos ganhos futuros. Isso é útil no controle do orçamento e até mesmo no momento de bolar novas estratégias de aplicação financeira. No mercado de ações, você pode ganhar muito, mas não sabe quanto nem quando.

Além disso, os resultados do investimento imobiliário são menos voláteis. Um exemplo é a compra de imóveis para locação: os contratos de aluguel firmados por imobiliárias costumam ser de cerca de três anos, com pequenos ajustes anuais no valor. Ou seja, por um longo período você sabe exatamente quanto terá de retorno pelo investimento.

Diversidade de aplicação

Apesar de terem classificações diferentes e características variadas, o princípio das ações é sempre o mesmo. Já no mercado imobiliário, há uma grande diversidade de aplicação: cada uma das modalidades de que falamos traz um tipo de retorno para o investidor.

Então, você pode ponderar com mais cuidado sobre quais são os seus objetivos e necessidades nessa aplicação. Você pode receber rendimentos aos poucos e regularmente, adquirir um grande montante de uma vez ou usar o prazo de uma construção para planejamento orçamentário, por exemplo.

Facilidade de análise

Por fim, uma das maiores vantagens na comparação entre imóveis ou ações está na facilidade de análise do primeiro. Você se lembra que dissemos que a compra de títulos na bolsa requer algum conhecimento prévio? Sem uma base, o investidor pode facilmente dar passos incertos.

Já no mercado imobiliário, além de os ativos serem tangíveis e, consequentemente, mais controláveis, a investigação sobre a aplicação mais rentável necessita apenas de coerência. Você não precisa ser nenhum expert em economia para alcançar bons lucros com imóveis.

Riscos de investir em imóveis

Como é de se imaginar, o investimento em imóveis não tem apenas vantagens. Veja alguns dos riscos:

Baixa liquidez

Uma dos principais pontos negativos é a baixa liquidez, especialmente se houver necessidade imediata de recursos. A venda de um imóvel pode ser um pouco demorada. Por isso, o investidor tem dificuldade de conseguir viabilizar uma transação.

Hoje em dia, os financiamentos imobiliários estão aumentando cada vez mais a procura de imóveis próprios. Ainda assim, as análises de crédito feitas pelas instituições bancárias podem limitar bastante o leque de possíveis compradores do imóvel.

Imobilização de patrimônio

A imobilização do patrimônio também assusta um pouco os investidores iniciantes. No mercado de ações, tem-se a impressão de que o dinheiro está a todo momento rendendo frutos, devido à movimentação constante. Ao aplicar em um imóvel, é como se o capital ficasse congelado.

Esse é um fator que pode ser interpretado como uma vantagem para quem busca segurança na conservação do dinheiro, especialmente para aqueles que só pretendem resgatar o lucro no futuro. No entanto, essa característica, aliada à baixa liquidez, pode ser um problema se o investidor precisar de recursos.

Alto custo inicial

Um dos principais fatores determinantes ao investir em imóveis ou ações é a quantidade de capital disponível. Como mencionado, para começar a comprar títulos basta uma aplicação pequena. No mercado de imóveis, ao contrário, os investimentos são quase sempre mais significativos.

Isso vale para a manutenção legal do bem (a emissão da declaração do imóvel, o pagamento de impostos anuais etc.) como no ato da aquisição. A facilidade do financiamento imobiliário é de grande ajuda, mas ainda assim há a necessidade de uma entrada, que geralmente fica em torno de 20% a 40% do total do bem.

Uma alternativa é realizar o financiamento do imóvel diretamente com as construtoras, no caso da compra de empreendimentos na planta. As condições costumam ser mais facilitadas e, além disso, a entrada normalmente pode ser parcelada até a conclusão da obra.

Imóveis ou ações: o que devo escolher?

Nessa altura da leitura, você já deve ter percebido que todo tipo de investimento apresenta algum risco. A partir do seu perfil, das condições atuais e das necessidades no longo prazo é que o investidor consegue optar pela aplicação que mais atende suas expectativas.

Uma boa análise do mercado, das tendências para o setor imobiliário e dos resultados de cada tipo de investimento ao longo do tempo é extremamente útil. Um material de grande ajuda é o relatório The Rate of Return on Everythng, 1870-2015, produzido por um time de economistas do Federal Reserve Bank of San Francisco.

Na pesquisa, os profissionais construíram um banco de dados com os investimentos mais realizados em 16 países, entre os anos de 1870 e 2015. De acordo com os resultados, as aplicações em imóveis são bem mais seguras e contribuem de forma mais relevante para o aumento da riqueza de um país.

Além disso, os economistas mediram o desvio-padrão histórico, que aponta o risco do investimento, e descobriram que as aplicações no mercado de ações são quase duas vezes mais perigosas do que no setor de imóveis. Desse modo, embora ofereçam a possibilidade de rendimentos muito altos, também podem levar à perda dos recursos.

E aí, conseguiu decidir entre investir em imóveis ou ações? Como você viu, os dois tipos de aplicação têm suas vantagens e seus riscos, no entanto o mercado imobiliário acaba se saindo como uma alternativa mais segura e equilibrada. Além disso, a tendência é de progressiva valorização.

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