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30 de julho de 2014

Pós Copa em Cuiabá é marcada pela valorização imobiliária. Mesmo assim a capital registra os menores preços entre as capitais brasileiras

O investidor que adquiriu imóveis de médio e alto padrão antes do Mundial de Futebol vai sentir os efeitos da valorização do bem adquirido. Ao contrário do que se acreditava o preço do m² não sofrerá queda, o prognóstico de que haveria uma espécie de bolha imobiliária não se concretizou.

 

Na realidade quem deixou de comprar imóveis antes da Copa esperando por preços mais atrativos adotou uma estratégia equivocada. A releitura antecipada do mercado ventilou aos quatro cantos que os imóveis em todo o Brasil já tiveram uma oscilação de grande impacto financeiro nos últimos cinco anos, e justamente por este comportamento de mercado é que os preços agora deveriam sofrer uma redução. Porém a queda de preços é descartada pelo setor.

 

 

É importante levar em consideração que a capital mato-grossense ainda registra os menores valores de m² entre as capitais brasileiras. Em média os preços dos empreendimentos voltados para as classes A e B flutuam entre R$ 3mil e R$ 6,5 mil o m². A capital mais onerosa é o Rio de Janeiro, onde o m² tem custos entre R$ 10 mil e 20 mil. Estes valores foram divulgados pela pesquisa Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). A alta de preços chegou a 5% na cidade maravilhosa. Já em Fortaleza, segundo a pesquisa é a cidade brasileira que registrou a maior alta de preços dos imóveis entre 16 cidades pesquisadas: 5,20%.

 

Na capital Paulista a margem de preços fica em R$10 mil e R$ 11,5 mil. Em Brasília o m² é mais oneroso também se comparada com Cuiabá, em média sai por R$ 9mil.

 

De acordo com o diretor executivo da Construtora São Benedito, Omar Maluf, o momento é favorável para a aquisição de imóveis, pois os preços tendem a aumentar. “O volume de vendas já mostra recuperação imediata, tanto para quem adquire à vista, ou através de financiamento. Não há crise, pois a demanda por créditos continua em alta”, explica.

 

Ainda para o empresário, o terreno é fértil para Mato Grosso e o País em geral que vislumbra positividade em setores nevrálgicos da economia. “O superávit do agronegócio aumentou de U$$ 10 bilhões de dólares para U$$ 90 bilhões em um período de 10 anos. Apenas na pecuária o Estado acabou de contabilizar um crescimento das exportações da ordem de 22% apenas no primeiro quadrimestre deste ano”, analisa Omar Maluf.

 

A desvalorização do preço dos empreendimentos é impraticável em toda a região Centro-Oeste ao analisar todos os agentes envolvidos na construção civil. Para o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção em Mato Grosso (Sinduscon-MT), e presidente da incorporadora Ginco, voltada para condomínios horizontais, Julio Cesar de Almeida Braz, “o mercado imobiliário em Cuiabá foi carimbado com uma transformação altamente positiva desde 2008, com a facilidade de crédito. No entanto, este ciclo de mudanças é acompanhado com as oscilações de outros indicadores envolvidos nos empreendimentos imobiliários, como os setores de combustível, aço, cimento, materiais de construção em geral, e o encarecimento também da mão de obra qualificada. Nesta seara é um equivoco descartar dos empreendimentos o pesado ônus das alíquotas do Estado com diferenças marcantes em outras regiões”, define Braz.

 

 

“O Grupo investe diante do terreno fértil para a continuidade de crescimento. Não somos apostadores, e nem arriscamos investimentos, nossos indicadores são eficazes ao revelar que ainda existe um grande déficit habitacional na região. E enquanto a habitação permanecer em defasagem o Grupo São Benedito continuará construindo moradias”, finaliza Omar.

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