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17 de setembro de 2012

Qualidade e sustentabilidade: essenciais para as tintas do futuro

A indústria de tintas no Brasil vem evoluindo constantemente, preparando-se para atender às necessidades do mercado. Os permanentes investimentos em pesquisa e desenvolvimento permitem que o setor acompanhe as principais tendências globais e apresente constantemente novidades, oferecendo produtos de qualidade superior e ambientalmente corretos. São fabricadas hoje no país tintas destinadas às mais variadas aplicações, com tecnologia de ponta e grau de competência técnica comparável à dos mais avançados centros mundiais de produção.

 

Merece destaque o crescente empenho dos fabricantes na criação de tintas com características ou atributos diferenciados, entre as quais aquelas para ambientes e utilizações específicas (para pisos, telhas, azulejos, gesso, tetos, decks de piscinas e outras). Devem ser mencionadas também as chamadas tintas inteligentes, que reagem a diferentes situações e estímulos. Essa situação permite que o setor atenda às crescentes exigências em relação à qualidade e confiabilidade dos produtos, fruto do amadurecimento gradual da sociedade e do consumidor brasileiro.

 

Como acontece com empresas de diferentes setores, os fabricantes brasileiros de tintas vêm incorporando métodos modernos e padrões científicos de avaliação aos seus produtos e processos. Esse movimento se acentuou a partir da criação, há 10 anos, do Programa Setorial da Qualidade – Tintas Imobiliárias, no âmbito do PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat), do Ministério das Cidades. No ano passado, foi dado mais um importante passo nessa direção, com a criação do Comitê Brasileiro de Tintas na ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

 

Sob a liderança da ABRAFATI, farão parte desse comitê, conhecido como CB-164, os principais especialistas da cadeia de tintas, das instituições de pesquisa e dos órgãos técnicos. Ali estará concentrada toda a atividade de normalização de tintas, vernizes e produtos correlatos, exceto tintas gráficas. Como resultado, o mercado alcançará um patamar ainda mais elevado de qualidade, trazendo benefícios a todos os segmentos usuários, como as empresas que se dedicam à instalação, manutenção e tratamento de pisos e revestimentos, que podem ter segurança em relação aos produtos que adquirem.

 

Mais recentemente, a sustentabilidade entrou no radar da sociedade, somando se às exigências em relação à qualidade e à confiabilidade. Com a conscientização em relação ao aquecimento global, a busca de soluções sustentáveis passou a fazer parte da agenda de todos os setores. No caso da indústria de tintas, além de oferecer produtos com o mínimo de impacto ambiental, está sendo adotadas práticas como a utilização racional de água e energia, o desenvolvimento de novas matérias-primas oriundas de fontes renováveis, a eliminação de desperdícios, o gerenciamento adequado de resíduos e embalagens. As transformações que vivenciaremos no rumo da sustentabilidade representam desafios, ao mesmo tempo em que abrem imensas oportunidades, da mesma forma que já ocorre com o atendimento das demandas relacionadas à qualidade, confiabilidade e inovação tecnológica. Somam-se a essas oportunidades, as perspectivas muito favoráveis para o crescimento brasileiro.

 

Basta pensar nos eventos de grandes dimensões que o País sediará nos próximos anos, na continuidade dos programas de construção habitacional e nos imensos investimentos em infraestrutura – cujas necessidades foram estimadas em mais de R$ 2 trilhões até 2022. Para que se concretize, a cadeia produtiva de tintas e a de pisos e revestimentos de alto desempenho precisam estar atentas ao que ocorre à nossa volta e aos sinais emitidos pela sociedade. Só assim conseguiremos nos antecipar às futuras demandas, por parte de consumidores, de usuários industriais e comerciais, e às exigências da legislação e regulação, com ambos os setores se beneficiando do crescimento econômico sustentável.

 

Artigo escrito por Dilson Ferreira (Presidente-executivo da ABRAFATI – Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas)

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