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19 de junho de 2012

Receita da construção civil subiu mais de 23% em 2010, segundo IBGE

As obras de infraestrutura – que representam o grupo de maior peso dentro da indústria da construção – viram sua participação no valor das incorporações, obras e serviços executados por empresas do setor diminuir de 49,6%, em 2009, para 46,9% em 2010.

Apesar desta queda na participação percentual, houve aumento no valor das construções deste grupo, que saltaram para R$ 99,6 bilhões, em 2010, ante R$ 81,7 bilhões, no ano anterior.

Em 2010, o valor das incorporações, obras e serviços executados pelas empresas com 30 ou mais pessoas ocupadas atingiu R$ 212,5 bilhões, assinalando um crescimento real de 20,9% em relação a 2009.

Os dados constam da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC) 2010, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (15).

Outro grupo que também viu sua participação diminuir foi o de edificações industriais, comerciais e outras edificações não residenciais, cujos produtos responderam por R$ 31,1 bilhões em 2010, representando 14,6% do total das obras ou serviços da construção. Em 2009, este grupo tinha participação de 18,9%.

De acordo com o IBGE, esta queda de participação pode ser explicada pelo recuo da construção de edifícios comerciais, como shoppings, supermercados e lojas, que passou de R$ 10,7 bilhões em 2009 para R$ 8,1 bilhões em 2010.

Em sentido contrário, o grupo de obras residenciais viu sua participação saltar de 16,2%, em 2009, para 20,6%, em 2010. Este ganho de participação deve-se, principalmente, aos edifícios residenciais, que passaram de R$ 26 bilhões em 2009 para R$ 39,4 bilhões em 2010.

Esse crescimento está relacionado ao aumento do crédito imobiliário e do número de unidades financiadas, influenciados pela redução das taxas de juros e ampliação dos prazos de financiamento, expansão da renda e do emprego, e alterações no marco regulatório do crédito imobiliário, conforme explica o IBGE.

Dados

A pesquisa do IBGE indica que, em 2010, as incorporações, obras e serviços das empresas de construção chegaram a um total de R$ 258,8 bilhões, um aumento real de 23,3% em relação a 2009.

Excluindo-se as incorporações, o valor das obras e serviços da construção atingiu R$ 250,0 bilhões, dos quais R$ 107,0 bilhões – ou 42,8% do total – vieram de obras públicas, participação ligeiramente menor do que em 2009 (44%). A receita operacional líquida foi de R$ 245,2 bilhões, registrando expansão real de 23,4% sobre 2009.

O número de empresas ativas com uma ou mais pessoas ocupadas na indústria da construção foi de 79,4 mil em 2010, um aumento de 24,6% em relação às 63,7 mil empresas de 2009 e de 50,2% em comparação com as 53 mil de 2007.

“Embora a atividade econômica como um todo tenha passado por uma fase de turbulência decorrente da crise internacional entre o último trimestre de 2008 e o primeiro semestre de 2009, a atividade de construção teve um crescimento contínuo no decorrer do período 2007-2010, favorecido por diversas medidas, como a desoneração do IPI nos materiais de construção, aumento dos desembolsos do BNDES, expansão do crédito imobiliário e investimento em obras do PAC, entre outras”, destaca o estudo do IBGE.

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