Área do Corretor

Faça seu login com as suas credenciais.

Informe seu contato

Verifique o preenchimento dos campos destacados
Sua mensagem foi enviada com sucesso.

Blog

1 de novembro de 2017

Veja como escolher o melhor tipo de financiamento de imóvel para você

Sem dúvida, comprar um imóvel por meio de financiamento imobiliário exige certa dose de cuidado. Isso porque, na maioria dos casos, esse compromisso acompanhará o comprador por anos, ou mesmo décadas.

Logo, é fundamental saber exatamente os impactos que a operação vai gerar nas suas finanças. Nesse sentido, conhecer bem os tipos de financiamento de imóvel disponíveis no mercado é essencial para decidir qual é o mais adequado para o seu perfil.

Pois é justamente sobre isso que vamos tratar neste post! Conheça, a seguir, um pouco mais sobre as alternativas disponíveis para você financiar a compra do seu imóvel:

O que é o financiamento de imóvel?

Grosso modo, o financiamento imobiliário é um empréstimo que uma instituição financeira faz ao comprador. O valor é liberado para a quitação do imóvel com condições preestabelecidas em contrato, definindo prazo para pagamento, forma de correção e ajuste das parcelas.

Assim, mensalmente, o comprador paga ao banco financiador um valor referente à amortização da dívida — que é o valor efetivamente pago pelo empréstimo — adicionado aos juros da operação, às taxas de administração e ao seguro.

Como escolher o banco?

Definir qual banco é mais adequado para você realizar o seu financiamento imobiliário exige pesquisa. O ideal é consultar diversas instituições, realizar simulações e conferir o que cada uma delas tem a oferecer.

Além disso, é importante analisar diferentes variáveis: a taxa de juros praticada pelos bancos, os prazos para pagamento, o percentual do imóvel que a instituição financia e outras taxas embutidas no valor financiado, como os seguros, por exemplo. Você pode avaliar ainda o tempo médio para análise e liberação do crédito.

Nesse sentido, um indicador importante a ser checado é o Custo Efetivo Total (CET) da operação. Ele mostra qual será a despesa total do financiamento, incluindo todas as taxas e tarifas cobradas pelo banco.

O sistema utilizado pela instituição para amortizar a dívida também é muito importante. É ele que vai definir o comportamento das parcelas ao longo do financiamento (se elas serão crescentes ou decrescentes) e o total pago pelo imóvel no final do contrato.

Crédito de repasse ou associativo?

A modalidade mais tradicional de financiamento imobiliário segue a lógica do crédito de repasse. Aquela em que o banco empresta ao comprador recursos para a aquisição de um imóvel junto à incorporadora responsável pela execução do empreendimento.

Já o crédito associativo é uma forma de financiamento em que os recursos para a obra são concedidos diretamente aos futuros proprietários dos imóveis. E sua liberação segue um procedimento diferente dos financiamentos comuns.

A utilização do crédito associativo depende de uma entidade organizadora, que pode ser uma incorporadora ou construtora. Ela negocia as unidades do empreendimento ainda na planta com um grupo de interessados, assim, apenas quando contar com um número suficiente de compradores para realizar a obra é que será possível assinar o contrato com o banco.

São os compradores das unidades que financiarão a obra, e não a incorporadora. No crédito associativo, o financiamento é feito com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), e os valores são liberados para a construtora de acordo com a evolução da obra.

Ainda, vale ressaltar que o crédito associativo é utilizado principalmente para a construção de empreendimentos de valor mais baixo.

Um dos seus benefícios é que, durante a construção do empreendimento, o comprador precisa pagar apenas os juros dos repasses já realizados à construtora, além das parcelas referentes à entrada do imóvel. Somente após a entrega das chaves é que ele passa a pagar pela amortização do financiamento.

Quais são os tipos de financiamento?

Como dissemos acima, quando financia um imóvel, você paga uma parcela mensal ao banco, que engloba amortização, juros e taxas. No Brasil, há três tipos de financiamento, e a diferença entre eles é justamente o comportamento dos elementos da prestação. Veja quais são eles:

Tabela Price

Neste modelo, as parcelas do financiamento são fixas. Nas primeiras prestações, a maior parte do que é pago se refere aos juros da operação, enquanto o valor amortizado é menor. Com o tempo, à medida que o saldo devedor cai, o montante pago como juros diminui, e a amortização aumenta.

A tabela Price é conhecida como o sistema francês de amortização. Embora sua premissa seja o valor fixo da prestação, no Brasil ela é reajustada pela Taxa referencial (TR). Seu principal atrativo é o valor inicial das parcelas, mais baixo que nos modelos SAC e Sacre, porém, o valor total pago ao final do contrato é o mais elevado.

Sistema SAC

No Sistema de Amortização Constante (SAC) o montante da parcela destinado a amortizar a dívida é fixo, enquanto o valor pago como juros diminui, a partir da queda do saldo devedor. Logo, em comparação com a Tabela Price, o SAC tem prestações iniciais mais altas.

Por outro lado, como o nome já diz, a amortização é constante, o que permite a redução do valor total da parcela. E é justamente a prestação decrescente que faz do SAC um sistema de financiamento atrativo.

Ainda assim, é preciso avaliar bem se as parcelas iniciais não ficarão pesadas para o seu orçamento. A recomendação dos especialistas em finanças é de que não se comprometa mais de 30% dos rendimentos com o financiamento imobiliário.

Sistema Sacre

Por fim, o Sistema de Amortização Crescente (Sacre) é o modelo de financiamento menos utilizado. Trata-se de uma forma híbrida das anteriores, em que, inicialmente, as prestações são crescentes, como na Tabela Price, para depois diminuírem, como no SAC.

Nos financiamentos que utilizam o Sacre, as parcelas são atualizadas a cada 12 meses, tendo o saldo devedor como base. Assim, com o passar do tempo, a amortização aumenta e os juros diminuem.

O diferencial do Sacre em relação aos demais modelos é que, ao final do contrato, o total pago será menor, pois a incidência de juros é mais baixa. Contudo, sua prestação inicial é a mais elevada de todos.

Enfim, essas são as informações mais importantes que você precisa avaliar no momento de optar por um modelo de financiamento de imóvel. Lembre-se que financiar o sonho da casa própria é uma operação de grande impacto na sua vida financeira. Por isso, escolha com calma para evitar dores de cabeça posteriores.

E aí, gostou deste conteúdo? Então, que tal compartilhá-lo com seus contatos em suas redes sociais?

Inscreva-se em nossa newsletter!

E receba promocões e novidades do mercado de ímovel no seu email

Central de Vendas
(65) 3627.5555
Assessoria de Imprensa
(65) 3056.7280
Locação
(65) 3056.7219